O mês de julho, tradicionalmente associado às férias, também é tempo de conscientização com a campanha do Julho Amarelo, que chama a atenção para a prevenção das hepatites virais.
No entanto, especialistas aproveitam esse período para ampliar o alerta sobre um tema muitas vezes negligenciado: as infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).
Durante o Julho Amarelo, ganha força a mensagem de que essas infecções estão entre as principais causas evitáveis de infertilidade, tanto em homens quanto em mulheres.
Muitas ISTs, como clamídia e gonorreia, podem evoluir silenciosamente, sem sintomas aparentes, o que dificulta o diagnóstico precoce e aumenta os riscos de complicações.
Quando não tratadas a tempo, essas doenças podem causar inflamações nos órgãos reprodutivos, obstruções e até danos permanentes à fertilidade.
Além disso, o contágio por hepatites B e C também pode ocorrer por via sexual, reforçando a necessidade do uso de preservativos e da testagem regular.
A campanha do Julho Amarelo deixa como lição que prevenção é sempre o melhor caminho — e que saúde sexual e reprodutiva devem caminhar juntas, com informação, responsabilidade e acesso a exames e tratamentos.

