O pagamento do 13º salário para beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) em 2026 terá valores maiores para parte dos segurados devido ao reajuste do salário mínimo, que passou a ser de R$ 1.621 a partir de 1º de janeiro.
O aumento foi calculado com base na inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) e também no crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Como muitos benefícios previdenciários são atrelados ao piso nacional, a correção impacta diretamente o valor do abono anual pago pelo instituto.
O 13º salário do INSS é pago em duas parcelas, sendo que a primeira corresponde a metade do valor do benefício mensal.
Valores da primeira parcela
Com o novo piso salarial, os valores estimados da primeira parcela são:
• Quem recebe um salário mínimo: cerca de R$ 810,50
• Quem recebe o teto do INSS: até aproximadamente R$ 4.237,77
A expectativa do governo é que a antecipação do benefício contribua para estimular o consumo e movimentar a economia, aumentando a circulação de recursos no país.
Impacto do reajuste do salário mínimo
O reajuste do salário mínimo segue a política de correção que considera a inflação do ano anterior e o desempenho da economia. A medida busca preservar o poder de compra de aposentados e pensionistas.
Além do impacto direto na renda dos beneficiarios, o aumento também tende a gerar reflexos positivos na economia, já que milhões de brasileiros passam a ter mais recursos disponíveis para consumo.
Quem tem direito ao 13° do INSS
O abono anual é destinado aos segurados que recebem benefícios previdenciários, como:
- aposentadorias
- pensões por morte
auxilios temporarios, como auxilio-doença
Por outro lado, o pagamento não é realizado para beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC), já que esse auxílio tem caráter assistencial.
A primeira parcela do 13° é paga sem desconto de Imposto de Renda. Já a segunda pode ter deduções, dependendo da faixa de renda do beneficiário.

