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O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, autorizou nesta terça-feira (24), a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro por 90 dias, com regras específicas para visitas. Na decisão, o magistrado permitiu o acesso apenas de familiares diretos, advogados e médicos, estabelecendo dias e horários para os encontros.
No despacho, Moraes citou nominalmente os filhos Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Jair Renan Bolsonaro, mas não mencionou Eduardo Bolsonaro. Com isso, o parlamentar segue, em tese, impedido de contato direto com o pai, em razão de uma restrição anterior relacionada a investigações no STF.
Atualmente, Eduardo Bolsonaro está fora do Brasil, onde mantém atividades políticas e contatos internacionais, além de presença frequente nos Estados Unidos. O parlamentar já havia sido alvo de medidas no âmbito de investigações no Supremo Tribunal Federal, o que inclui restrições de contato com o pai, Jair Bolsonaro.

