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O atraso ou a inadimplência no pagamento das taxas de manutenção de jazigos em cemitérios públicos e privados do Ceará pode acarretar medidas administrativas severas. O não pagamento das taxas de manutenção e conservação por um período prolongado, geralmente três anos consecutivos, pode levar à perda do jazigo e à transferência dos restos mortais para um ossário coletivo.
Na página 10, da edição dessa terça-feira (14) do jornal O Estado, tem uma notificação extrajudicial de 269 famílias que estão com parcelas em aberto no Cemitério Memorial da Paz, que fica em Maracanaú, na Região Metropolitana de Fortaleza.
O comunicado alerta sobre a necessidade de regularizar as pendências financeiras. Se não forem quitadas, o jazigo poderá ser retomado, com a rescisão do contrato celebrado e a consequente exumação dos restos mortais, que será realizada a partir de maio deste ano.
Na notificação exibe um número de telefone. A pessoa que atendeu à reportagem recomendou procurar o Grupo Zelo, porque o contato não se tratava de cliente para resolver algum caso. A segunda pessoa, ouviu os questionamentos e sugeriu buscar outra assessora. Apesar das ligações e mensagens, não obtivemos resposta até o fechamento desta edição.

