A recente divulgação do levantamento do Índice de Potencial de Consumo (IPC) Maps, repercutida no noticiário desta segunda-feira (11) pelo Diário do Nordeste, reforça uma realidade que já pode ser percebida no cotidiano de Itaitinga: o município vive um dos momentos mais promissores de sua história econômica. Segundo a publicação, Itaitinga integra o grupo das cidades cearenses com potencial de consumo bilionário, consolidando-se entre os principais municípios emergentes do estado.
Com apenas 34 anos de emancipação política, a jovem cidade desponta acima de municípios centenários e historicamente consolidados no Ceará, como Icó, Camocim e Aracati. O dado evidencia a velocidade com que Itaitinga vem se transformando; a tônica tem se repetido: o município figura entre os principais polos econômicos e concentra um dos maiores nichos logísticos da Região Metropolitana de Fortaleza.
O crescimento populacional acelerado, aliado à instalação de multinacionais, à expansão da construção civil, do comércio e dos serviços, vem impulsionando novos investimentos e ampliando as oportunidades para a população.
Esse avanço itaitinguense não ocorre por acaso nem resulta apenas de uma localização geográfica favorável à expansão de operações comerciais. O cenário econômico positivo é impulsionado pela força-tarefa de uma Gestão Municipal comprometida com o desenvolvimento e o bem-estar da população. Esse compromisso se traduz na melhoria da infraestrutura urbana e na ampliação dos serviços públicos ofertados à população, reconhecidos por órgãos que avaliam o desempenho e a transparência governamental.
Mas, afinal, como se chega a esses dados e no que eles resultam? Os números são fruto de uma “combinação de variáveis socioeconômicas, como renda das famílias, massa salarial, população, nível de emprego formal, arrecadação de impostos e desempenho do varejo local”. O resultado é a mensuração do potencial de compra e do consumo de bens e serviços no município.

