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O ministro Flávio Dino, do STF, determinou nesta sexta-feira (15) a abertura de uma investigação preliminar para apurar supostos direcionamentos de emendas parlamentares a projetos culturais, entre eles o filme “Dark Horse”, inspirado na trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo a decisão, o procedimento tramitará sob sigilo.
A apuração envolve repasses de R$ 2,6 milhões em emendas Pix enviados em 2024 pelos deputados Mário Frias, Bia Kicis e Marcos Pollon a uma ONG presidida pela sócia da produtora responsável pelo longa. Dino quer verificar se houve descumprimento das regras de transparência e rastreabilidade das emendas impostas pelo STF.
A contestação foi apresentada ao Supremo pela deputada Tabata Amaral. Até o momento, a Câmara dos Deputados e os parlamentares Marcos Pollon e Bia Kicis já enviaram informações ao STF. Mário Frias, que também atua como produtor executivo do filme, ainda não se manifestou. As informações são da colunista Gabriela Boechat, da CNN.

