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No passado recente do Brasil, uma urna podia desaparecer antes da apuração ou chegar ao destino com votos a mais.
Naquele tempo, havia mortos que votavam, cédulas em branco que ganhavam candidatos depois do fechamento das seções e mapas de votação adulterados durante a transferência dos resultados. Bastava uma letra escrita de forma errada para um voto ser anulado.

