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Profissionais da rede pública de saúde do Distrito Federal que atuaram na assistência médica ao ex-presidente Jair Bolsonaro durante o período em que ele permaneceu detido no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, conhecido como Papudinha, afirmam que ainda não receberam pelos serviços prestados entre os meses de janeiro e março. Segundo os relatos, os valores começaram a ficar pendentes já a partir de fevereiro, quando o primeiro repasse deveria ter sido efetuado. As informações são do portal Metrópoles.
