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O governo Lula (PT) ampliou os gastos com propaganda no primeiro semestre deste ano e destinou cerca de R$ 520 milhões para ações de comunicação da Secretaria de Comunicação Social (Secom), mais que o dobro do registrado no mesmo período de 2022, no governo Jair Bolsonaro (PL), quando foram empenhados R$ 213,5 milhões. De acordo com a Folha de S. Paulo, o aumento ocorre às vésperas do início do período de restrições da legislação eleitoral, que limita a publicidade institucional a partir de 4 de julho em anos de eleição.
Segundo o levantamento, os recursos incluem campanhas de utilidade pública, contratações de agências e ações em redes sociais, com maior peso para anúncios na internet. O governo afirma que respeita os limites legais e que as comparações entre períodos devem considerar contextos diferentes.
O tema também virou alvo de questionamentos no Judiciário, com pedido do PL ao TSE para suspender campanhas e decisões que já determinaram a interrupção de algumas ações específicas, enquanto a Secom diz que prestará esclarecimentos técnicos e jurídicos.

