Após denúncia, a Prefeitura de Eusébio — município da Região Metropolitana de Fortaleza, distante cerca de 22 km da Capital — interditou cautelarmente um local utilizado para o abate clandestino de aves que apresentava irregularidades sanitárias, ambientais e relacionadas ao bem-estar animal.
A operação, realizada no dia 2 de julho, foi coordenada pela Secretaria Municipal de Saúde e reuniu equipes da Vigilância Sanitária de Eusébio, da Agência de Defesa Agropecuária do Ceará (Adagri), da Autarquia Municipal de Meio Ambiente (Amma) e da Guarda Civil Municipal (GCM).https://d-33757704783576909003.ampproject.net/2605071401000/frame.html
Problemas encontrados:
- Condições inadequadas de higiene;
- Estrutura precária para o processamento das aves;
- Ausência de controle sanitário;
- Falta de autorizações ecigidas para o funcionamento da atividade.
Animais e equipamentos precisam ser retirados
Os órgãos responsáveis também determinaram a retirada de todos os animais e equipamentos utilizados na atividade, além da desativação completa da estrutura dentro do prazo estabelecido.
Os procedimentos administrativos seguem em andamento.
Segundo a Prefeitura, alimentos provenientes de abates clandestinos oferecem riscos à saúde da população por não passarem pela inspeção oficial, responsável por verificar as condições sanitárias dos animais, do processamento e da conservação dos produtos, reduzindo a possibilidade de doenças transmitidas por alimentos.
Fiscalização integrada
A coordenadora da Vigilância em Saúde de Eusébio, Adriana Bezerra, destacou, em material divulgado pela Prefeitura, que a atuação conjunta dos órgãos foi essencial para eliminar um risco sanitário no município.
A coordenadora afirmou ainda que a fiscalização busca assegurar que alimentos de origem animal comercializados no município sejam produzidos conforme as normas sanitárias e submetidos à inspeção oficial.
“O abate clandestino coloca em risco a saúde da população, o meio ambiente e o bem-estar animal. Nosso objetivo é garantir que os alimentos de origem animal comercializados no município sejam produzidos dentro das normas sanitárias”, afirmou.

