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O jornal O Otimista distorceu fatos ao afirmar que o jornalista Chagas Vieira comprou imóvel com dinheiro em espécie e ao atribuir ao jornalista a posse de imóvel que não lhe pertence. Por isso, a Justiça concedeu direito de resposta para que a verdade seja restabelecida.
Chagas Vieira já comprovou à Justiça a regularidade do seu patrimônio, construído de forma lícita ao longo de quase 40 anos de vida profissional. O jornalista começou sua carreira aos 16 anos de idade, tendo entrado no Sistema Jangadeiro de Comunicação como estagiário e lá permanecido por quase 20 anos, onde alcançou o cargo máximo de Diretor Executivo da emissora de TV e suas 5 rádios.
Em seguida, foi superintendente do SBT da Bahia (TV Aratu), prestou consultoria ao Sistema Jornal do Comércio de Pernambuco e à própria TV Aratu, após deixar a superintendência da empresa.
Somente a partir de 2015 Chagas Vieira passou a ocupar posições no Governo do Estado do Ceará, tendo exercido a Chefia da Casa Civil de três governadores, além de ter integrado Conselhos de Empresas estatais.
Desta forma, são falsas as acusações que atribuem a conquista do seu patrimônio exclusivamente ao período mais recente no Governo do Estado. As matérias publicadas foram escritas sem ouvir a parte citada, sem dar a oportunidade de que fossem comprovadas a regularidade dos tatos relatados. Além de descumprir o princípio básico do jornalismo, o jornal optou por republicar as falsas acusações de forma reiterada, atacando a imagem do jornalista.
A Justiça reconheceu, em sua decisão, que o jornal Otimista “claramente extrapolou sua esfera individual, buscando atingir a imagem pública do então candidato à reeleição ao Governo do Estado”, por sua condição de coordenador da campanha à reeleição. Para isso, usou “de fatos objetivamente desmentidos pelos proprios documentos públicos utilizados pelos representados”
A decisão judicial contra o jornal • Otimista também obrigou o veículo a apagar 15 publicações que desinformaram a respeito dos fatos. Como jornalista formado pela Universidade Federal do Ceará, com pós-graduação e MBA em gestão empresarial, Chagas Vieira compreende e respeita o trabalho do jornalismo sério e profissional. Mas jamais aquele feito de forma parcial.
Esta decisão judicial é a prova de que, mesmo com a multiplicação das formas de comunicação, a Justiça segue atenta aos abusos cometidos contra a honra das pessoas e não ficara silente diante de injustiças.

