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A enfermeira e a médica suspeitas de constranger um paciente ao confirmar em voz alta um diagnóstico positivo de HIV em Ribeirão Preto (SP) deixaram de atuar na unidade de pronto atendimento (UPA) da zona oeste da cidade.
Segundo informações confirmadas pela Secretaria Municipal de Saúde ao g1 esta semana, além de a enfermeira ter sido afastada, a médica, que era terceirizada pela Fundação Lydia, gestora da UPA, teve o contrato encerrado.
Além de ser alvo de um processo administrativo dentro da Prefeitura, o caso é investigado pela Polícia Civil como injúria racial — equiparada ao crime de homofobia alegado pela vítima — e violação do sigilo médico.

