Se aproxima o mês de junho e nada se ouve, nada se escuta sobre qualquer iniciativa sobre a criação de um museu ou memorial em nossa cidade.
Eusébio está prestes a completar 36 anos de Emancipação Política. Mesmo sendo uma cidade ainda jovem, não aprendemos a valorizar a nossa história de luta… num passado nem tão distante assim.
É mais um atestado de nossa pobreza cultural, nosso desinteresse pela história e nosso fracasso enquanto povo que deveria cultivar suas raízes e se empenhar em transmiti-las às futuras gerações.
O mais triste é o tom das explicações.
Posso estar equivocado. E, se me convencerem, me desculpo.
Não sou poste. Mudo. Mas, em princípio, considero um grave desrespeito contra história da nossa cidade. O Progresso e o Desenvolvimento em Eusébio parece não ter alma, não se pode fitar os olhos só para o futuro, é preciso olha com carinho e respeito ao nosso passado.
É chegado a hora de criar, construir um museu com objetivo de
informar e educar a população,
mostrando a história do passado.
Expor peças e objetos antigos,
profanos e religiosos, documentos,
instrumentos, pinturas e esculturas.
Todo este material ficaria exposto
permanentemente em salas, para
mostrar aos visitantes o traçado
histórico da “Cidade Filha do Aquiraz” e auxiliar na formação cultural dos alunos, dos moradores e visitantes. Sem museu fica difícil levantar as características históricas que remetem ao passado e que revelam as transformações culturais e artísticas acontecidas ao
longo do tempo, envolvendo várias
gerações.
Às vezes me deparo com pessoas
que falam da história de Eusébio de forma distorcidas, até mesmo desrespeitosa e me dou conta
da importância da preservação do
patrimônio cultural.
“Eusébio será sempre o meu Amor ….”

