Os movimentos para lançamento de candidaturas às eleições municipais correm paralelos aos cálculos sobre as contas de uma campanha que, embora curta, exige sacrifício pessoal e, sem meio termo, financeiro.
Muitos candidatos esperam o dinheiro do Fundo Eleitoral, que nem sempre é suficiente para contemplar todos os pretendentes a um mandato de vereador ou ao cargo de prefeito.
O Fundo Eleitoral, na agenda das lideranças partidárias, está voltado aos maiores colégios eleitorais e é insuficiente para atender a todos os candidatos. Por essa razão, na hora do entusiasmo com uma futura candidatura, algumas perguntas começam a surgir: quem vai pagar a conta? O pretendente a uma candidatura à Prefeitura está disposto ou disposta a bancar os gastos da campanha?
CENÁRIO EM CAUCAIA
Essas perguntas, sem respostas, estão à mesa de muitas conversas como aconteceu há poucos dias, em Caucaia, quando o prefeito Vitor Valim sentou com aliados e pré-candidatos a prefeito.. Vitor ouviu apelos para apoiar um nome da terra à Prefeitura e, aos pretendentes, perguntou: quem vai pagar a conta?
O silêncio marcou a reunião que acabou sem definição sobre o nome capaz de aglutinar apoios partidários e, principalmente, caixa para uma campanha que não terá apenas recursos do Fundo Eleitoral.
REPERCUSSÃO NO JORNAL ALERTA GERAL
O Jornal Alerta Geral repercute, nesta quarta-feira (6), com o repórter Carlos Alberto e o jornalista Beto Almeida, as conversas nos bastidores da corrida pela Prefeitura de Caucaia.

