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VEJA ONDE FAZER O TESTE
A Prefeitura de Fortaleza iniciou nesta segunda-feira (15) cronograma de implementação do novo teste para detecção do papilomavírus humano (HPV), principal causador do câncer do colo do útero.
Segundo a gestão municipal, Fortaleza recebeu do
Ministério da Saúde (MS) 12,5 mil kits de testes de biologia molecular DNA-HPV, incluindo 500 unidades para autocoleta.
Inicialmente, os postos de saúde Dr. José Iraguassu
Teixeira (Floresta) e Waldo Pessoa realizarão os exames na população de seus respectivos territórios. Segundo a prefeitura, o próximo posto a ofertar o teste será o posto de saúde Pedro Celestino, na Maraponga.
A expectativa do município é que até o início do próximo ano todas as 134 unidades de saúde da cidade estarão abastecidas com os testes.
A Secretaria de Saúde do Ceará (Sesa) informou que além da capital cearense, o exame também estará disponível posteriormente em oito municípios cearenses com menos de 10 mil habitantes, são eles: São João do Jaguaribe, General Sampaio, Arneiroz, Itaiçaba, Palhano, Guaramiranga, Baixio e Umari.
O novo teste será realizado considerando o quantitativo de testes recebidos e a busca ativa de mais de 150 mil pessoas aptas à realização do exame, ou seja, integrantes do público-alvo que nunca realizaram esse tipo de teste ou que não fazem o exame citopatológico há mais de três anos.
O teste de biologia molecular DNA-HPV identifica diretamente a presença do vírus e seus tipos, entre os mais de 200 já conhecidos, incluindo os tipos 16 e 18, considerados os mais agressivos e associados ao desenvolvimento do câncer do colo do útero.
O Ministério da Saúde definiu como público-alvo dos novos testes pessoas com útero, na faixa etária de 25 a 64 anos.
Segundo a assessora técnica da Saúde da Mulher da Secretaria Municipal da Saúde (SMS), Léa Dias, a implantação do exame fortalece as estratégias de prevenção e amplia as possibilidades de diagnóstico precoce.
“Estamos incorporando uma tecnologia mais moderna e sensível para a identificação do HPV, o que permite detectar precocemente alterações que podem evoluir para o câncer do colo do útero”,
” afirma.

