Screenshot
LINFOMA NÃO HODGKIN
O uso do medicamento Columvi (glofitamabe) foi aprovado para tratamento do linfoma difuso de grandes células B, um tipo agressivo de câncer que acomete o sistema linfático, que integra a defesa imunológica do corpo.
A determinação consta no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (20), publicada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
A substância, em combinação com gencitabina e oxaliplatina, é indicado para pacientes adultos com linfoma difuso de grandes células B não especificado, um subtipo comum de linfoma não Hodgkin, em casos em que o câncer voltou a aparecer ou casos em que o paciente não respondeu aos tratamentos usados.
Além disso, o medicamento é recomendado aos pacientes sem condições clínicas elegíveis para realizar o transplante autólogo de células-tronco, procedimento que usa as células-tronco da própria pessoa no tratamento do linfoma.
O tratamento com o medicamento ocorre com aplicação intravenosa e pode ser realizado sem necessidade de internação do paciente. O tratamento pode durar aproximadamente 8 meses, com 12 ciclos determinados pelo protocolo terápico.
“O registro do Columvi representa uma inovação terapêutica relevante na área de oncologia hematológica, ao disponibilizar no Brasil um anticorpo biespecífico capaz de redirecionar o sistema imune contra células tumorais”, diz o comunicado.

