Ciro Gomes (PDT) entrou com um habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) com o intuito de anular a ‘Operação Colosseum’, deflagrada na última quarta-feira (15) pela Polícia Federal (PF) contra ele e o irmão, Cid Gomes (PDT). A defesa do presidenciável alega que a PF e o Ministério Público Federal (MPF) tentaram promover um “linchamento moral” do ex-ministro. As informações são do site O Antagonista.
“Propiciar uma ambiência para propagação de fake news; obter uma descabida medida de invasão de domicílio, com apreensão de equipamentos sequer fabricados à época dos hipotéticos fatos; e promover um linchamento moral do paciente, com foco em estorvar suas perceptivas eleitorais”, disse a defesa do ex-ministro.
Sobre a operação
A ‘Operação Colosseum’ apura o suposto recebimento de R$ 11 milhões em propina da Galvão Engenharia pelo presidenciável Ciro Gomes e o senador, Cid Gomes, entre 2010 e 2013, quando o parlamentar ainda era Governador do Ceará. O dinheiro era desviado das obras da Arena Castelão por meio de venda de notas frias.

