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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou, na quinta-feira (23), que o vereador Alexandre Frota simulou uma ligação telefônica durante uma entrevista ao vivo.
Segundo o advogado Paulo Cunha Bueno, Bolsonaro não possui celular e não poderia ter atendido à chamada enquanto cumpre prisão domiciliar.
Frota disse durante um podcast que telefonaria para uma pessoa com quem estaria brigado. A chamada foi atendida por alguém que respondeu apenas “alô”, com voz semelhante à de Bolsonaro, mas o vereador não mostrou o número discado nem a tela do aparelho. “Cara, que merda que eu fiz”, declarou após ouvir a resposta.
Paulo Cunha Bueno classificou o episódio como uma “insinuação maldosa e teatral” e afirmou que a alegação de que Bolsonaro teria atendido é “leviana”. Flávio Bolsonaro também reagiu e acusou Frota de tentar prejudicar o pai com a suposta simulação. O episódio provocou reação pública da família e da defesa do ex-presidente.

