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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) montou a maior e mais complexa operação de segurança da história durante o 2° turno das Eleições de 2026. A estratégia de proteção tem cães farejadores, drones da Polícia Federal (PF), varreduras antibomba e a integração de diversas forças para garantir a integridade dos servidores, a normalidade dos trabalhos e a credibilidade na consolidação dos resultados das urnas.
A megaoperação na sede da Corte Eleitoral, em Brasília, mobiliza um contingente de até 100 agentes públicos, em uma ação conjunta que alinha a Polícia Judicial do próprio TSE, do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior do Trabalho (TST), além de policiais militares, bombeiros e tropas de elite da Polícia Federal (PF), como o Comando de Operações Táticas (COT).
A segurança aérea do perímetro é garantida por drones operados por uma equipe especializada de 10 policiais federais e da polícia judicial do STF.No solo, a varredura contra ameaças é reforçada por cães farejadores treinados para detectar explosivos e artefatos em áreas sensíveis do prédio e nas vias de acesso, em trabalho guiado por policiais judiciais e militares do Exército.

