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O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), não levou celular para a cabine de votação neste domingo (4), em Diamantino (MT), segundo a assessoria do magistrado. O objeto que aparecia nas mãos dele era, na verdade, a carteira funcional com a colinha eleitoral.
Imagens da votação repercutiram nas redes sociais após publicações afirmarem que Gilmar havia entrado com um telefone celular na cabine, prática proibida pela Justiça Eleitoral.
A assessoria do ministro afirmou que o celular ficou com um segurança durante a votação.
“O Ministro Gilmar Mendes não entrou com celular na cabine de votação. O que levava era a carteira funcional, com a ‘cola’ eleitoral, permitida pelo TSE. O aparelho ficou com o segurança. A mesária confirmou que o celular não estava com o Ministro”, disse em nota.

Também neste domingo, o candidato à Presidência Romeu Zema (Novo) foi flagrado com um celular na mão dentro da cabine de votação. O episódio ocorreu na Escola Estadual Delfim Moreira, em Araxá, no Alto Paranaíba, cidade natal do candidato.
Questionado sobre a atitude, Zema disse que o celular “faz parte” dele e afirmou que usa o aparelho diariamente. “Se tivessem me avisado, eu não teria entrado na sala com o celular”, afirmou.
Celular é proibido na cabine de votação
A Justiça Eleitoral proíbe que o eleitor entre na cabine de votação com celular, máquina fotográfica, filmadora ou qualquer equipamento que possa comprometer o sigilo do voto.
A colinha eleitoral em papel, por outro lado, é permitida e recomendada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para que o eleitor consulte os números dos candidatos na hora de votar.

