A Polícia Civil do Paraná trocou o comando do inquérito que investiga o assassinato do tesoureiro do PT Marcelo Arruda por um bolsonarista. A mudança ocorre após virem à tona uma série publicações antigas da delegada Iane Cardoso, que estava à frente da investigação, com críticas ao partido.
Em nota, a Secretaria de Segurança Pública informou que o inquérito agora será presidido por Camila Cecconello, chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), mas não esclareceu qual o motivo da troca. O órgão disse ainda que uma equipe de investigadores da DHPP de Curitiba vai reforçar os trabalhos “para garantir celeridade na apuração dos fatos”.
O crime aconteceu em Foz do Iguaçu, na noite de
sábado (9/7). O guarda municipal Marcelo Arruda
comemorava o aniversário de 50 anos quando o
policial penal Jorge José da Rocha Guaranho, que
se declara apoiador de Jair Bolsonaro (PL),
invadiu o evento e disparou contra o petista,
que revidou. A festa tinha como tema o PT e
fazia várias referências ao ex-presidente e pré
candidato Lula.
A confraternização era promovida na Associação
Recreativa Esportiva Segurança Física Itaipu
(Aresfi). A festa tinha poucos convidados
cerca de 40 pessoas. Veja o momento em que os
dois trocam tiros:

