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Duas empresas ligadas a Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estão registradas em um endereço comercial na zona oeste de São Paulo onde, segundo apuração do Metrópoles, não funcionam atualmente.
A reportagem visitou o prédio na quinta-feira (05) e foi informada de que as salas onde constam sediadas as empresas LLF Tech Participações e G4 Entretenimento e Tecnologia estão desocupadas há cerca de sete meses. De acordo com registros da quebra de sigilo bancário enviada à CPMI do INSS e revelada pela coluna da jornalista Andreza Matais, as duas empresas transferiram mais de R$ 3 milhões ao empresário entre 2022 e 2025 — sendo R$ 2,37 milhões da LLF Tech e R$ 772 mil da G4.
Os dados integram um conjunto de movimentações financeiras que somam R$ 19,3 milhões no período. A defesa de Lulinha afirma que o endereço é utilizado apenas para recebimento de correspondências, diz que a LLF Tech já teve sede na residência do empresário e sustenta que a G4 não está mais em atividade, embora possua créditos judiciais a receber.

