Screenshot
O canal de televisão argentino Todo Noticias, o TN, do grupo Clarín, noticiou que um avião está impedido de decolar na cidade de Puerto Iguazú, na fronteira com o Brasil, próximo a Foz do Iguaçu. O nome do senador Flávio Bolsonaro (PL) estaria na lista de passageiros.
A Direção Nacional de Migrações da Argentina informa não haver registro da entrada de Flávio no País vizinho. A Polícia Federal afirma que o candidato derrotado a presidente da República não saiu do País por nenhum ponto regular de migração.
O correspondente do O POVO em Brasília, João Paulo Biage, informou que a embaixada da Argentina no Brasil passou a madrugada em funcionamento. A medida teria sido tomada em alinhamento com o governo do país vizinho.
No começo desta tarde, o portal Metrópolesinformou, com base em pessoas próximas à família, que Flávio estaria num avião que está em voo a caminho dos Estados Unidos.
Passaporte cancelado
Na última aparição pública, na segunda-feira, 26, Flávio informou ter sido intimado a entregar o passaporte e proibido de deixar o Brasil. O documento não foi entregue. Por isso, o passaporte foi cancelado.
Aliados são informados de fuga
A jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, informou que aliados próximos da família Bolsonaro foram informados de que o candidato derrotado a presidente deixou o Brasil para a Argentina, com intenção de ir para os Estados Unidos.
Avião na fronteira com o Brasil
À Folha de S.Paulo, o piloto Mauro Mattosinho disse ter sido informado por um funcionário do aeroporto de Puerto Iguazú sobre a presença do nome de Flávio Bolsonaro na lista de passageiros de um avião executivo que lá se encontra. O funcionário pediu para não ser identificado, segundo a Folha.
A aeronave seria o jato Gulfstream G400, de matrícula LV-JQW, operado pela companhia Baires Fly S.A. O avião teria ido de Buenos Aires para Puerto Iguazú e estaria à espera de quatro passageiros. Um deles seria Flávio. O espaço destinado aos documentos do senador brasleiro estaria em branco.
Ainda conforme informações do funcionário citadas pelo piloto à Folha, três passageiros teriam se apresentado às 1h30min, mas não teriam decolado por problemas na documentação.

