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Policiais militares do Polícia Militar do Distrito Federal relataram dificuldades durante a vigilância do cumprimento de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, em um condomínio no Jardim Botânico, em Brasília. Segundo informações divulgadas pelo Metrópoles, os agentes enfrentam limitações estruturais e condições precárias de trabalho no local.
Entre os episódios relatados, dois cães sem raça definida, conhecidos como “vira-latas caramelo”, que circulam livremente pela residência, teriam atacado policiais em pelo menos duas ocasiões. A presença dos animais também dificultaria a movimentação dos agentes durante o serviço.
Os policiais afirmam ainda que não têm acesso à área interna da casa e contam com pouca infraestrutura, como apenas um banheiro nos fundos do imóvel e ausência de abrigo adequado, o que os deixa expostos ao clima durante os turnos. As informações são da coluna Na Mira, do Metrópoles.
